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Assim começou o seguro...

Ao longo dos tempos, o homem viu-se ameaçado por incêndios, roubos, responsabilidade civil e acidentes de toda espécie. A atenção do homem está sempre voltada para garantir sua vida, a segurança de sua família e a manutenção de seu património.

A origem do seguro confunde-se com a história do próprio homem e sua necessidade de se organizar em grupo para enfrentar as situações mais difíceis.

Existem indícios que já na Babilónia, 23 séculos antes de Cristo, caravanas de camelos que se cruzavam no deserto, comercializavam entre si os prejuízos com morte de animais. Na China antiga e no Império Romano também haviam seguros rudimentares, através de associações que visavam ressarcir membros que tivessem algum tipo de prejuízo.

As corporações, na idade Média, nada mais eram que instituições de proteção econômica da coletividade.

Só no ano de 1347 é que aparece em Gênova o primeiro contrato de seguro e a primeira apólice surge na Cidade de Pisa, em 1385. Ambos eram seguros criados para navegadores que faziam intenso comércio marítimo.

Quando em 1666, um incêndio em Londres destruiu aproximadamente 13.200 casas, 89 igrejas e a Catedral de Saint Paul, os ingleses fundaram o Fire Office para socorro dos atingidos. Só então atentaram para a necessidade de uma previdência para minimizarr financeiramente os prejuízos. Surgia o mais antigo seguro terrestre, o seguro contra incêndio.

O seguro evoluiu com o homem, mas o mutualismo, princípio já presente em todas as formas ancestrais de contrato de autoproteção, permanece até hoje imutável.

Outras formas de garantia foram surgindo daí em diante, sempre na intenção de ressarcir as perdas. Repor o bem perdido ou destruído por outro, de igual tipo e valor, constitui o princípio de reposição.

Último princípio básico do seguro é o que garante o mutualismo e a reposição. Não permitir que nenhum participante obtenha lucro através do seguro, ou seja ,receba uma indemnização superior à que tem direito.

Actualmente, as formas de indemnização são diversificadas de acordo com as necessidades do homem. Nos seguros pessoais, o objecto do seguro - a vida- tem valor Imensurável. Portanto, o montante da indemnização é determinado na medida da necessidade do segurado de se precaver contra um acontecimento inesperado ou trágico, capaz de abalar irremediavelmente sua estrutura pessoal e familiar.

SEGURO é uma instituição cada vez mais indispensável no contexto do mundo moderno, em que o indivíduo, prevenindo-se contra múltiplas formas de agressão, contribui para o fortalecimento da sociedade à qual pertence.

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